Lewis Hamilton comunicou a morte do bulldog Roscoe na segunda-feira, 29 de setembro, através das redes sociais.
Decisão “mais difícil” após suporte de vida
O piloto britânico explicou que o animal esteve quatro dias ligado a suporte de vida antes de ser tomada a decisão de o sacrificar. Segundo Hamilton, Roscoe “lutou até ao fim”, mas o estado de saúde já não permitia recuperação.
Homenagem nas redes sociais
No comunicado, Hamilton descreveu o cão como “um amigo verdadeiro” e “uma alma bonita”, sublinhando o impacto positivo que Roscoe teve na sua vida. O heptacampeão mundial de Fórmula 1 afirmou sentir-se “honrado” por ter partilhado momentos com o animal e destacou a ligação emocional com quem já perdeu um animal de estimação.
Contexto familiar
Hamilton recordou ainda a morte de Coco, outra cadela da família, mas referiu que nunca tinha passado pela experiência de decidir pela eutanásia de um animal. O piloto agradeceu o apoio recebido de familiares, amigos e seguidores ao longo dos anos em que Roscoe o acompanhou.
Imagem: canaldopet.ig.com.br
Últimos momentos
De acordo com a publicação, Roscoe morreu nos braços de Hamilton na noite de domingo, 28 de setembro. O piloto concluiu a mensagem valorizando o “amor profundo” partilhado com o cão e o carinho demonstrado pelos fãs.
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